QUAL O PREÇO DA SUBSERVIÊNCIA


Subserviente, no bom português; sujeição servil à vontade alheia, submissão voluntária a alguém ou a alguma coisa; servilismo. No popular; ato de bajular; adulação.
O ato político é composto de situação e oposição. O que define de qual lado o sujeito estará são suas ideologias defendidas, ou seja; pensamentos sobre o mundo e para o mundo, sua posição político-social, sua capacidade de pensar e repensar suas próprias ideias, a capacidade de falar e ouvir. O além disso, é radicalismo, ou, mera subserviência.
As atuações legislativas de Euninho, Claudemir, Zé Gury, Marcelino, Pitomba e dos iniciantes Autarquia e Deto, estão para muito longe de radicais, tampouco ideológicas. Se não, mera subserviência à máquina pública em estrita defesa de seus interesses pessoais e familiares. Zé Lopes, embora intransigente, esteve na situação e na oposição quando lhe pareceu coerente, certo ou errado isto é posicionamento. Os demais, meros eunucos às sevícias de Mendoncinha e Gilvandro.
O servilismo com o qual Euninho, Claudemir, Zé Gury, Marcelino e Autarquia servem aos mandos do prefeito é, no mínimo, nojento. Um político que vota contra suas convicções (se as tiver, claro) em troca de migalhas do poder é tudo, menos político. Aqui incluirei outros nomes, por oportuno.
Não adianta alguns gritarem: na próxima eleição eles vão ver, vamos renovar, se for lá em casa bato a porta na cara. Bate nada! Esses e outros, que tanto subjugam a população de Belo Jardim, serão recebidos com sorrisos, aperto de mãos e tapinhas nas costas…isso não é educação, é conivência.
O preço a ser pago pela subserviência e conivência é sempre alto demais, Belo Jardim.
Dr. Evandro Mauro.