Apenas 13 cidades pernambucanas se destacam em Índice de Gestão

Somente 13 cidades de Pernambuco alcançaram a nota B, que indica a gestão como “efetiva” no Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM), divulgado ontem pelo Tribunal de Contas de Estado (TCE): Afogados da Ingazeira, Barra de Guabiraba, Camaragibe, Cupira, Jaboatão dos Guararapes, Jaqueira, Orobó, Panelas, Paudalho, Paulista, Recife, São Bento do Una e Triunfo. O indicador mostra a qualidade da administração municipal, dando notas A (altamente efetiva), B+ (muito efetiva), B (efetiva), C+ (em fase de adequação) e C (baixo nível de adequação), obtidas como se fossem uma média do desempenho em sete áreas, incluindo saúde, educação, planejamento, gestão fiscal, meio ambiente, proteção das cidades e governança da tecnologia da informação.
Em Pernambuco, nenhuma nota A. “É difícil o município ter a nota A, porque precisa ter notas acima de 9 em pelo menos cinco áreas diferentes. É a primeira vez que fazemos isso. A partir da hora que começamos a medir, há uma tendência de que as prefeituras comecem a apresentar uma gestão melhor em várias áreas”, diz o diretor do Departamento de Controle Municipal do TCE, Antônio Cabral.
Foi o primeiro ano que o TCE divulgou esse índice, com cálculo padronizado pelo reconhecido Instituto Rui Barbosa junto com o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.
Os dados usados para calcular as notas são fornecidos pelos próprias prefeituras e não são auditados pelo TCE. Dos 184 municípios pernambucanos, 159 responderam aos sete questionários que compõem o índice.
Não responderam Olinda, Ipojuca, Chã de Alegria, Mirandiba, Calçado, Cachoeirinha, Jucati, Sanharó, Capoeiras, Manari, São João, Terezinha, Tupanatinga, Catende, Cortês, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Tamandaré, Granito, Santa Cruz, Bezerros, Casinhas, Salgadinho responderam parcialmente ao IEGM. Os municípios de Jurema e Quipapá não responderam a qualquer dos indicadores.
JC Online