Bruno Galvão questiona a transparência dos recursos da Saúde

Terceirização de serviço e má administração coloca em risco os serviços prestados para a população.
Prefeito não comparece a convocação e base governista não reponde aos questionamentos do vereador.
Na manhã da última quarta-feira (12), o vereador Bruno Galvão (PT) esteve presente na Câmara de Vereadores para participar da sessão ordinária que teve como pauta principal, a convocação do prefeito de Belo Jardim para prestar esclarecimentos sobre os problemas na Secretaria de Saúde.
“Infelizmente não contamos com a presença do prefeito para prestar esclarecimentos à população de Belo Jardim, devido a sua incapacidade e falta de compromisso. A convocação feita pelos vereadores está orientada pelos artigos nº 300, 301 e 302 do regimento interno que apenas regulamenta o que está na Lei Orgânica do município no artigo 78 inciso 3”, destacou.
Em seu discurso no plenário, Bruno Galvão indagou para os edis presentes e o público em geral sobre a destinação dos recursos financeiros que se bem administrados possibilitariam um melhor atendimento nos serviços hospitalares e nas unidades básicas de saúde.
“Mesmo com essa turbulência financeira enfrentada pelo nosso país hoje, Belo Jardim não perdeu recursos financeiros. E ainda mais, na penúltima reunião aqui nessa casa, o staff da secretaria de saúde mencionou as aquisições de uma frota para o município: dois ônibus; quatro vans; três veículos de sete lugares e quatro ambulâncias pois o dinheiro já estava creditado em conta. A pergunta que faço é a seguinte: onde estão? A população de Belo Jardim quer saber para onde foi?”, questionou.
Outro ponto destacado foi a chegada de uma nova ambulância para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). “Foi dito que em julho deste ano a cidade receberia uma nova ambulância. Enquanto ela não chega, todo mês é efetuado o pagamento de R$ 23 mil. Até quando vamos esperar para a aquisição da ambulância pelo gestor municipal, uma vez ao afirmar que existe dinheiro para a saúde. O está impedindo essa compra? Quando é que vamos deixar de pagar aluguel? Quando é que teremos a ambulância que foi para conserto novamente à disposição da população?”, lançou a pergunta aos parlamentares presentes.
Por fim, a pergunta que não quer calar: “Se existe recursos financeiros porque as coisas essenciais estão deixando à mercê?”, finalizou Bruno, perguntando aos membros da base governista.
Assessoria Bruno Galvão